O amor
De cada olhar que recebo, sinto calafrios,
e retribuo com o mesmo olhar, êxtase,
sigo uma sina de paz eterna, com melindre,
e de cada amor que percebo, reajo,
sinto ternura no teu olhar, no teu abraço.
Ah, se fácil fosse eu te tocava no rosto,
sedento de amor, me refaço, me reinvento.
Descrevo cada minuto, espero cada hora,
amanhece o dia com sol, flores nascem.
Anoitece e o sol continua, no meu olhar,
Não sinto fugaz a paz sentida e vivida,
sinto paz no amor que conheci, você.
Torres, 16 agosto de 2024
Luiz Alberto Monteiro