Paz
Na ternura encontro o encanto que se desmancha
em abraços, em véus de imensas cores se esconde,
veja aqui todos os usos que faço da vergancha,
sentado, olho as margens do rio, vejo o cambonde.
Que espera ele do ritual bonito, e cantado,
será a paz que encontra em sua prece pedinte.
Como sei? Já não ouço, agora estou marulhado.
Esquecido no meu ritual sou só meu ouvinte.
No entanto percebo as marés e a paz indistinta,
nego aos meus ouvidos o som do ferrageiro
que passa por perto, percebo minha finta.
Sucumbo aos encantos de tudo que ouço,
doei de mim o que pude, fui zombeteiro,
tenho paz, encantado com a brisa do zingamocho.
Itaipú, 14/12/2001
domingo, maio 14, 2006
São Gonçalo do Rio das Pedras - Luiz Alberto
É um lugar lindo que conheci em Minas , distrito de Serro. Tem uma pousada que vale a pena -Pousada do Pequi da Cleide 38 35416100 vale a pena !!!!!!!!!
São Gonçalo do Rio das Pedras
Terra das águas moldadas nos sorrisos que conheci,
da gente simples, conversadeira, curiosa.
os que chegam não querem sair, andam
nos caminhos sutis, brejeiros, escondidos.
Terra onde as águas contam estórias de amor,
onde se descobre o amor que sempre estava lá.
onde as arvores contam a nossa evolução
nos seus troncos de cascas grossas, generosas, belas.
Terra onde o passado não quer sair nunca,
onde cada pedra, flor, tudo, tem nas suas entranhas
peixes gigantes, água salgada, correntezas marinhas,
pontas moldadas pelo mar de outrora.
Terra onde o campo tem uma textura colorida,
generosa nas flores diversas, no vento malandro
que dá preguiça, e força só de olhar.
Ando pelas encostas de pedras e vejo tudo.
Terra em que cada coisa que lá existe,
tem uma historia de mil milênios,
levei um pedaço de tudo que encontrei,
na saudade que sinto.
Itaipú, 18/10/2004
São Gonçalo do Rio das Pedras
Terra das águas moldadas nos sorrisos que conheci,
da gente simples, conversadeira, curiosa.
os que chegam não querem sair, andam
nos caminhos sutis, brejeiros, escondidos.
Terra onde as águas contam estórias de amor,
onde se descobre o amor que sempre estava lá.
onde as arvores contam a nossa evolução
nos seus troncos de cascas grossas, generosas, belas.
Terra onde o passado não quer sair nunca,
onde cada pedra, flor, tudo, tem nas suas entranhas
peixes gigantes, água salgada, correntezas marinhas,
pontas moldadas pelo mar de outrora.
Terra onde o campo tem uma textura colorida,
generosa nas flores diversas, no vento malandro
que dá preguiça, e força só de olhar.
Ando pelas encostas de pedras e vejo tudo.
Terra em que cada coisa que lá existe,
tem uma historia de mil milênios,
levei um pedaço de tudo que encontrei,
na saudade que sinto.
Itaipú, 18/10/2004
Meus Homens - Taina Santos
Meus Homens
Quem são eles que me fartam de prazer ou não,
e não esquecem que são homens por isso me esquecem,
não digo ao mundo quem são eles,
mas minhas pernas sempre lembram de cada um.
Corro pelo prazer de estar pronta,
Não finjo, esqueço, busco o prazer,
com todos, ou não me conheço.
disfarço o orgasmo pra não acabar nunca.
Parece melancolia do cair da tarde,
quando eu retorno e relembro tudo de uma só vez,
lá se foi um álibi perfeito pra mentir tudo de novo.
Quantos tive, já nem me lembro,
todos grandes e pequenos ao mesmo tempo,
por que se foram não sei, já nem me lembro,
mas lembro de cada prazer sentido.
Tainá Santos, 11/2000
Quem são eles que me fartam de prazer ou não,
e não esquecem que são homens por isso me esquecem,
não digo ao mundo quem são eles,
mas minhas pernas sempre lembram de cada um.
Corro pelo prazer de estar pronta,
Não finjo, esqueço, busco o prazer,
com todos, ou não me conheço.
disfarço o orgasmo pra não acabar nunca.
Parece melancolia do cair da tarde,
quando eu retorno e relembro tudo de uma só vez,
lá se foi um álibi perfeito pra mentir tudo de novo.
Quantos tive, já nem me lembro,
todos grandes e pequenos ao mesmo tempo,
por que se foram não sei, já nem me lembro,
mas lembro de cada prazer sentido.
Tainá Santos, 11/2000
Natal - Taina Santos
Natal
Sonhos, deleites, alegria?
O que penso agora se não me pertenço.
Futuro? Devaneios? Amores possíveis?
O que sinto agora se o presente não pressinto.
Vejo o encanto do sol noturno que me inebria,
e digo tudo que invento sem pestanejar,
quero a liberdade, a felicidade, o prazer.
Não quero a clausura
de minhas expressões, dos meus sentimentos...
Multiplico a alegria,
Por quantos anos repito o ritual das festas?
Olhar uma rosa e sorrir, só sorrir,
pensar no futuro e viver, só viver,
buscar o prazer dos encontros,
encontrar o prazer das conversas,
conversar do prazer das utopias.
Rosas, begônias e todas as flores,
divertem sobre o sonho tardio,
repartem o amanhã que sorri,
e hoje encontram o natal feliz.
Tainá Santos, dez / 2000.
Sonhos, deleites, alegria?
O que penso agora se não me pertenço.
Futuro? Devaneios? Amores possíveis?
O que sinto agora se o presente não pressinto.
Vejo o encanto do sol noturno que me inebria,
e digo tudo que invento sem pestanejar,
quero a liberdade, a felicidade, o prazer.
Não quero a clausura
de minhas expressões, dos meus sentimentos...
Multiplico a alegria,
Por quantos anos repito o ritual das festas?
Olhar uma rosa e sorrir, só sorrir,
pensar no futuro e viver, só viver,
buscar o prazer dos encontros,
encontrar o prazer das conversas,
conversar do prazer das utopias.
Rosas, begônias e todas as flores,
divertem sobre o sonho tardio,
repartem o amanhã que sorri,
e hoje encontram o natal feliz.
Tainá Santos, dez / 2000.
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